Gestão do Acesso para secretarias municipais de saúde
O OrdenaSaúde organiza a regulação do acesso, avisa o cidadão pelo WhatsApp oficial da Prefeitura e dá ao gestor um painel claro de espera, faltas e uso da oferta. Trabalha junto com os sistemas do Ministério da Saúde, sem substituí-los.
Secretaria Municipal de Saúde
Olá, Maria. Sua consulta de cardiologia está marcada para quinta, 14/11, às 9h, no Ambulatório de Especialidades.
Você vai conseguir ir?
Se Maria não puder ir, a vaga volta para a central e o regulador recebe a sugestão do próximo da fila.
O problema
O cidadão não sabe onde está na fila. Liga, volta à UBS, pergunta de novo. A equipe gasta o dia respondendo.
O paciente falta e a vaga que o município pagou desaparece. Muitas vezes ninguém conseguiu avisá-lo a tempo.
A vaga devolvida em cima da hora não volta para quem está esperando. A agenda do prestador fica com buracos.
Quando a ouvidoria ou os órgãos de controle perguntam por que alguém passou à frente, a resposta depende de planilha e memória.
38,6%
das consultas especializadas agendadas não aconteceram porque o paciente faltou, em estudo com dados do SISREG de 20 municípios da Região Metropolitana do Espírito Santo (2014–2016). Fonte: Saúde em Debate, 2019
O que a plataforma faz
Foco no acesso: o OrdenaSaúde não é prontuário eletrônico e não troca o que já funciona na rede.
Cada pedido com situação, tempo de espera e prioridade registrada com o motivo, definida pelo profissional de saúde.
Aviso, lembrete e reagendamento pelo WhatsApp oficial da Prefeitura, com botões simples para confirmar ou desmarcar.
A vaga devolvida volta na hora para a central, com sugestão de reencaixe. Quem decide é sempre o regulador.
Painel com espera por especialidade, faltas e uso da oferta. Cada decisão registrada: quem, quando e por quê.
Como se encaixa
O município continua usando SISREG ou e-SUS Regulação, o Cartão Nacional de Saúde (CADSUS), o cadastro de estabelecimentos (CNES) e a tabela de procedimentos (SIGTAP). O OrdenaSaúde é a camada de comunicação com o cidadão, organização da fila e gestão que fica por cima deles.
Integrado
Dados trocados automaticamente, onde a interface oficial permitir.
Assistido
Importação e exportação de arquivos, sem redigitar à mão.
Autônomo
Para a oferta própria do município fora do sistema federal.
Compromissos
A plataforma organiza, avisa e sugere. Não classifica risco clínico nem define prioridade.
Tratamento conforme a LGPD, dados isolados por município, cada acesso registrado e exportação completa a qualquer momento.
Número e conta oficiais em nome do município, pela API oficial da Meta. Nenhuma ferramenta não autorizada.
Se a ferramenta criar trabalho extra para a central, ela falhou. É o primeiro critério de avaliação.
Municípios parceiros
O OrdenaSaúde está em desenvolvimento. Estamos selecionando secretarias municipais de saúde para desenhar e validar a plataforma junto com as equipes de regulação, por meio de acordo de cooperação técnica.
Um diagnóstico da própria fila e das faltas
Um protótipo validado pela própria equipe
Documentação técnica, de segurança e de LGPD
Quero conversarPara secretarias municipais de saúde, coordenações de regulação e consórcios intermunicipais de saúde.
Thales Freitas, fundador